UEPG divulga a nota de corte do 1º Vestibular 2012
Este espaço destina-se aos meus alunos e todas as pessoas interessadas em adquirir mais algum conhecimento ou ainda tirar dúvidas sobre Língua Portuguesa / Redação / Interpretação Textual e Língua Espanhola.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
CLASSES GRAMATICAIS II
ADJETIVOS
Palavra variável em gênero, número e grau que caracteriza o substantivo ou qualquer palavra com valor de substantivo, indicando-lhe atributo, estado, modo de ser ou aspecto:
Ex: livro verde (adjetivo) / livro de política (locução adjetiva) / livro que trata de teatro (oração adjetiva)
livrão (sufixação) / livro agenda (substantivo)
Livro verde
Bom livro - Em geral, os adjetivos antepostos apresentam maior carga subjetiva, são qualificações dos substantivos que acompanham, dependentes das opiniões dos falantes:
Pobre homem
Grande sujeito - Diferentemente, os adjetivos pospostos trazem carga objetiva, representando mais características dos substantivos , mas também podem representar qualificações, possivelmente de natureza mais universal:
O falante pode atribuir aos substantivos qualidades, que são traços dependentes de suas opiniões sobre o objeto adjetivado: livro interessante, bom livro, peça fantástica etc. Na dependência do tipo de texto em que estão inseridos, os adjetivos qualificativos podem vir explicitados ou não:
O adjetivo modesto é uma qualificação do restaurante, que aparece explicada no restante do parágrafo; já o adjetivo pouco freqüentado, por não ser uma qualificação, mas uma informação sobre o restaurante, de caráter objetivo, não necessita de qualquer explicitação.
Nos textos publicitários, de claro caráter manipulador, geralmente os adjetivos qualificativos não aparecem explicitados, como se as qualidades atribuídas aos produtos anunciados tivessem caráter universal, ou seja, fossem evidentes para todos: Camisas Fernandinho, as mais elegantes do planeta!
Em alguns casos, a qualificação decorre da posição do adjetivo: pobre homem, grande livro, rico manancial etc.
Para que fornecer características aos seres? As respostas podem variar, mas a mais evidente é a necessidade que temos de estabelecer diferenças entre seres idênticos: - Traga a pasta de couro - , quando dita a alguém pode levar a supor que há uma outra pasta que não é de couro. Às vezes, porém, uma característica pode ter valor de qualidade. Se digo, por exemplo, Traga a minha pasta de couro que está sobre a mesa, não havendo outra pasta no mesmo local, faz com que vejamos de couro não mais como característica, mas como qualificação da pasta. Por outro lado, as caracterizações dos seres podem estar ligadas a interesses lógicos do texto, como dar uma série de características representativas de luxo e riqueza para caracterizar não os objetos, mas indiretamente os seus donos.
Palavra variável em gênero, número e grau que caracteriza o substantivo ou qualquer palavra com valor de substantivo, indicando-lhe atributo, estado, modo de ser ou aspecto:
Ex: Tratava-se de um homem incompetente.
Saíram num dia quente.Classificação dos adjetivos:
- Simples: apresentam um único radical: momento inesquecível
- Compostos: apresentam mais de um radical: acordo luso-brasileiro
- Primitivos: não provêm de outra palavra da língua portuguesa: homem leal
- Derivados: provêm de outra palavra da língua portuguesa: homem desleal
AS FORMAS DOS ADJETIVOS
A adjetivação pode assumir várias formas:Ex: livro verde (adjetivo) / livro de política (locução adjetiva) / livro que trata de teatro (oração adjetiva)
livrão (sufixação) / livro agenda (substantivo)
A POSIÇÃO DOS ADJETIVOS
Os adjetivos podem aparecer antepostos ou pospostos:Livro verde
Bom livro - Em geral, os adjetivos antepostos apresentam maior carga subjetiva, são qualificações dos substantivos que acompanham, dependentes das opiniões dos falantes:
Pobre homem
Grande sujeito - Diferentemente, os adjetivos pospostos trazem carga objetiva, representando mais características dos substantivos , mas também podem representar qualificações, possivelmente de natureza mais universal:
v homem pobre (homem que todos conhecem que é pobre)
v homem grande (deixa de ser uma qualificação para ser uma característica)OS TIPOS DE ADJETIVO
I. As qualificaçõesO falante pode atribuir aos substantivos qualidades, que são traços dependentes de suas opiniões sobre o objeto adjetivado: livro interessante, bom livro, peça fantástica etc. Na dependência do tipo de texto em que estão inseridos, os adjetivos qualificativos podem vir explicitados ou não:
“O restaurante era modesto e pouco freqüentado, com mesinhas ao ar livre espalhadas debaixo das árvores. Sobre as mesinhas um abajur de garrafa projetava sobre a toalha de xadrez vermelho e branco um pálido círculo de luz.”(Lygia Fagundes Telles)
O adjetivo modesto é uma qualificação do restaurante, que aparece explicada no restante do parágrafo; já o adjetivo pouco freqüentado, por não ser uma qualificação, mas uma informação sobre o restaurante, de caráter objetivo, não necessita de qualquer explicitação.
Nos textos publicitários, de claro caráter manipulador, geralmente os adjetivos qualificativos não aparecem explicitados, como se as qualidades atribuídas aos produtos anunciados tivessem caráter universal, ou seja, fossem evidentes para todos: Camisas Fernandinho, as mais elegantes do planeta!
Em alguns casos, a qualificação decorre da posição do adjetivo: pobre homem, grande livro, rico manancial etc.
II. As características
O falante pode atribuir aos substantivos traços inerentes a essas realidades representadas pelos substantivos, como sua cor, sua forma, sua dimensão, sua posição, seu material etc: livro verde, livro quadrado, livro grosso, livro de cima, pasta de couro. Ao contrário das qualificações, presas à opinião do falante, as características são dependentes da observação e, por isso mesmo, não vêm, geralmente, acompanhadas de explicitações. Nos casos em que as características atribuídas aos seres são vistas como estranhas, podem aparecer explicitações – as pedras escuras e brancas, pelo acúmulo de espuma da lavagem de roupa.Para que fornecer características aos seres? As respostas podem variar, mas a mais evidente é a necessidade que temos de estabelecer diferenças entre seres idênticos: - Traga a pasta de couro - , quando dita a alguém pode levar a supor que há uma outra pasta que não é de couro. Às vezes, porém, uma característica pode ter valor de qualidade. Se digo, por exemplo, Traga a minha pasta de couro que está sobre a mesa, não havendo outra pasta no mesmo local, faz com que vejamos de couro não mais como característica, mas como qualificação da pasta. Por outro lado, as caracterizações dos seres podem estar ligadas a interesses lógicos do texto, como dar uma série de características representativas de luxo e riqueza para caracterizar não os objetos, mas indiretamente os seus donos.
III. As informações
Algumas vezes damos aos substantivos de um texto dados que sabemos sobre eles, que não dependem nem de nossas opiniões, nem de nossa observação – livro de meu pai, roupa importada da Alemanha etc. As informações podem estar ligadas à intenção de qualificação do objeto – Ele estudou numa universidade francesa / Ele estudou numa universidade boliviana -; ou a necessidades do texto, como dar uma informação sobre um objeto que vai mais tarde incriminar alguém dentro de um romance policial.IV. As restrições
Esses adjetivos dão o tipo do substantivo a que se referem, restringindo o seu alcance significativo: Secretaria de Educação, funcionário do segundo andar, porta da sala etc.CLASSES GRAMATICAIS
SOBRE A UNIDADE
Nesta unidade vamos cuidar das classes de palavras: critérios de classificação e as classes tradicionais (artigo, substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, conjunção, preposição e interjeição). Identificação das classes e seus em empregos particulares. Variações morfológicas: gênero e número.
SUBSTANTIVOS
Palavra variável em gênero, número e grau que dá nome aos seres.
O substantivo, classifica-se em:
Comum- quando designa genericamente qualquer elemento da espécie: rio, cidade, menino
Próprio-quando designa especificamente um determinado elemento: Florianópolis, Brasil, Camila
Concreto- é o que designa ser de existência independente: casa, mar, sol
Abstrato- é o que designa ser de existência dependente(ações, estados e qualidades): amor, ciúme, fuga
Cáfila: de camelos
Femininos: a borracha, a caneta...
homem/mulher, aluno/aluna
Ex: O colega, a colega; estudante esforçado, estudante esforçada; este cliente, aquela cliente; o artista, a artista.
Ex: a criança, o cônjuge, a pessoa, a criatura
Obs.: Caso se queira especificar o sexo do ser representado pelo substantivo, procede-se assim: uma criança do sexo masculino, o cônjuge do sexo feminino.
Nesta unidade vamos cuidar das classes de palavras: critérios de classificação e as classes tradicionais (artigo, substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, conjunção, preposição e interjeição). Identificação das classes e seus em empregos particulares. Variações morfológicas: gênero e número.
SUBSTANTIVOS
Palavra variável em gênero, número e grau que dá nome aos seres.
O substantivo, classifica-se em:
Comum- quando designa genericamente qualquer elemento da espécie: rio, cidade, menino
Próprio-quando designa especificamente um determinado elemento: Florianópolis, Brasil, Camila
Concreto- é o que designa ser de existência independente: casa, mar, sol
Abstrato- é o que designa ser de existência dependente(ações, estados e qualidades): amor, ciúme, fuga
Substantivos coletivos: Entre os substantivos comuns merecem destaque os coletivos: aqueles que mesmo no singular designam um conjunto de seres ou coisas da mesma espécie.
Atilho: de espigas de milhoCáfila: de camelos
Flexão de gênero:
Masculinos: o livro, o mapa...Femininos: a borracha, a caneta...
Substantivos Biformes:
São substantivos que designam pessoas ou animais e que apresentam duas formas, uma para o masculino, outra para o feminino:homem/mulher, aluno/aluna
Substantivos Uniformes:
Apresentam uma única forma, tanto para o masculino quanto para o feminino.Epicenos:
Substantivos uniformes que designam animais: a onça, a foca, o jacaré. Caso se queira especificar o sexo do animal, devem-se acrescentar as palavras macho ou fêmea: a onça macho, o jacaré fêmea.Comuns de dois gêneros:
Substantivos uniformes que designam pessoas. Nesse caso, o gênero é indicado pelo artigo ou outro determinante.Ex: O colega, a colega; estudante esforçado, estudante esforçada; este cliente, aquela cliente; o artista, a artista.
Sobrecomuns:
São substantivos uniformes que designam pessoas. Nesse caso, o gênero é fixo (sempre masculino ou sempre feminino).Ex: a criança, o cônjuge, a pessoa, a criatura
Obs.: Caso se queira especificar o sexo do ser representado pelo substantivo, procede-se assim: uma criança do sexo masculino, o cônjuge do sexo feminino.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
CRASE
Fusão do “a” (preposição)...
a) + “a” (artigo)
b) + “a” (s),aquele(s),aquela(s),aquilo (pron.demonstrativo)
c) + “a” qual, as quais (pron.relativo)
· Entreguei a bolsa à aluna. (o cinto ao aluno)
· Saiu com uma velocidade superior à do som. (limite...ao)
· Entreguei o livro a quem chegou agora. (diante de quem e cuja não há crase)
· Refiro-me àquela aluna.
· Refiro-me àquele aluno.
Eu me refiro
· à senhora
· a uma senhora
· a esta senhora
· a Vossa Senhoria
· a você
· Vou a Salvador
· Vou à Bahia.
· Retornarei à Florianópolis dos meus sonhos.
· Vou à festa.
· Não vou a festa nenhuma.
· Vou a festas
· Vou às festas.
· Ele saiu às duas horas. (ao meio-dia)
· Estou aqui desde as duas horas. (o meio-dia)
· Ela começou a chorar
· Ficaram cara a cara.
· Ele anda a pé.
· Ele escreve à José de Alencar. (à moda de, ao estilo de)
· Ele escreve a José de Alencar. (para Alencar)
Locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas:
Saiu à francesa. (= modo)
Ele saiu à noite. (=tempo)
Casos facultativos:
1.Antes de nome próprio feminino:
Entreguei o livro à/a Maria
2. Depois da preposição até:
Fui até à/a praça.
Diante de pronomes possessivos:
Avise a/à sua irmã.
Terra= chão firme e casa= lar (sem crase)
· Os marinheiros voltaram a terra.
· Voltamos a casa.
Os astronautas retornaram à Terra. (ao planeta)
· Voltei à terra natal.
Exercícios:
VOZES VERBAIS
Voz é a forma que toma o verbo para exprimir as relações de atividade e passividade entre o sujeito e o verbo:
Voz ativa:
Ocorre quando a ação expressa pelo verbo é praticada pelo sujeito, ou seja, o sujeito é o agente da ação verbal.
Ex: Aquele jovem optou por Medicina.
Voz passiva:
Ocorre quando a ação expressa por verbo transitivo direto é recebida pelo sujeito, ou seja, o sujeito é paciente da ação verbal:
Ex: A carta foi escrita à máquina pela secretária.
Há, na língua portuguesa, dois tipos de voz passiva:
Voz passiva analítica: formada por uma locução verbal (verbo auxiliar ser + particípio do verbo principal)+ agente da passiva:
Os edifícios arrojados foram construídos pelo governo federal.
Voz passiva sintética: formada por verbo na 3ª pessoa + se (pronome apassivador , ou partícula apassivadora) + sujeito paciente. Observe que nesse caso não existe agente da passiva e verbo auxiliar:
Construíram-se edifícios arrojados.
Transformações ocorridas na mudança de voz:
Rigorosamente só admitem voz passiva os verbos transitivos diretos e os transitivos diretos e indiretos. Observe as transformações ocorridas nas mudanças das vozes:
Voz Ativa: O sapateiro conserta sapatos femininos
Voz passiva analítica: Sapatos femininos são consertados pelo sapateiro.
Voz passiva sintética: sapatos femininos se consertam ou Consertam-se sapatos femininos.
Voz ativa: Consertam sapatos femininos.
Na passagem da voz passiva analítica para a voz passiva sintética não há alterações sintáticas. Portanto, sapatos femininos é também sujeito paciente na voz passiva sintética, a qual dispensa obrigatoriamente o agente da passiva.
Para transformar a voz passiva sintética em voz ativa, é preciso, em razão da ausência do agente da passiva, indeterminar o sujeito, colocando-se o verbo na 3ª pessoa do plural, e eliminar o pronome apassivador se:
Voz passiva sintética: Consertam-se sapatos femininos
Voz ativa: Consertam sapatos femininos.
Agente da passiva: é o termo da oração que, na voz passiva, designa o se que pratica a ação sofrida ou recebida pelo sujeito. É normalmente introduzido pela preposição por ( ou per) e, algumas vezes, por a e de:
Aquela imensa faixa de terra foi desapropriada pelo governo.
Voz reflexiva: Ocorre quando a ação expressa pelo verbo é, ao mesmo tempo, praticada e recebida pelo sujeito, ou seja, o sujeito é agente e paciente da ação verbal:
Paulo feriu-se
Pai e filha abraçaram-se.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Aula 01 – ORTOGRAFIA
Aula 01 – ORTOGRAFIA
Ortografia = orthós – reto, direito + gráphien = escrever, descrever (grego ). Parte da Gramática que trata da maneira de se escreverem corretamente as palavras.
Letras k,w e y :
Usadas em :
- abreviaturas e símbolos, bem como em palavras estrangeiras de uso internacional.
- derivados portugueses de nomes próprios estrangeiros.
Exs.: K (Potássio), kg (quilo), kw (quilowatt), darwinismo, byroniano
Letra h
Não representa fonema algum; é apenas uma letra que se mantém em algumas palavras em decorrência da etimologi a ou da tradição escrita do nosso idioma.
1. Emprega-se h:
· no final de algumas interjeições: ah!, oh !
· quando a etimologia ou tradição escrita do nosso idioma assim determina: O homem débil, hálito, herança.
· quando ele faz parte dos dígrafos: ch, lh, nh.
· nos compostos em que o em que o 2 elemento com h etimológico se une ao primeiro por hífen: pré-histórico, anti-higiênico.
· nos compostos sem hífen, elimina-se o h do 2 elemento: desonra, desabitado.
1. Uso do S :
Emprega-se a letra s nos adjetivos terminados pelos sufixos – oso , -osa (indicadores de abundância, estado pleno)
Exs.: cheiroso, dengosa
2. Uso do Z:
a) nos sufixos – ez, -eza, formadores de sufixos abstratos a partir de adjetivos:
- adjetivos substantivos abstratos
- insensato insensatez
- magro magreza
b) no sufixo –izar, formador de verbo
· subst /adj verbo
· canal canalizar
· hospital hospitalizar
* Nas palavras como analisar e pesquisar não ocorre o sufixo verbal –izar.
- Análise + ar =analisar
- Pesquisa + ar = pesquisar
a) Sufixos – inho/ - zinho
Se a palavra primitiva terminar por s ou z, basta acrescentar o sufixo –inho (a); porém se a palavra primitiva apresentar outra terminação, acrescente o sufixo – zinho (a):
· Lápis + inho = lapisinho
· Raiz + inha = raizinha
· Pé + inho = pezinho
3. Uso do g / j:
· Emprega-se a letra g:
a) Nas palavras terminadas em –ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: pedágio , relógio
b) Nos substantivos terminados em – gem, exceção feita a pajem, lajem e lambujem
Exs.: vertigem, coragem
4. Uso do x / ch:
1. Depois de ditongo normalmente se emprega x: ameixa, caixa
2. Depois da sílaba inicial en- emprega – se x: enxame, enxoval
Exceção: encher, encharcar e derivados que escrevem-se com ch.
5. Uso de e / i:
· verbos terminados em –uar escrevem-se com e nas formas do presente do subjuntivo:
· efetuar- efetues –efetue
· continuar- continues – continue
6. Verbos terminados em –uir escrevem – se com i nas 2ª e 3ª pessoas do singular do presente do indicativo:
· possuir- possuis – possui
· retribuir – retribuis – retribui
· Em síntese: uar – e
7. Onde / Aonde
· aonde – usado c/ verbos que dão idéia de movimento, equivale a para onde. Ex.: Aonde você vai ?
· onde – usado c/ verbos que não dão idéia de movimento. Ex.: Onde estão os livros?
Mau/ Mal
· Mau- adjetivo (antônimo de bom )
Ex.: Era um mau aluno.
· Mal pode ser:
a) advérbio de modo (antônimo de bem):
Ex.: Ele se comportou mal.
b) conjunção temporal (equivale a assim que ) :
Ex.: Mal chegou, saiu.
c) substantivo:
Ex.: O mal não tem remédio.
8. Cessão, Sessão, Secção, Seção:
a) Cessão = ato de ceder
Ex.: Ele fez cessão dos direitos autorais.
b) Sessão = intervalo de tempo que dura uma reunião.
Ex.: Assistimos a uma sessão de cinema.
c) Secção ou Seção = parte de um todo, subdivisão.
Ex.: Lemos a notícia na secção (ou seção) de esportes.
9. Há / a
a) Na indicação de tempo, emprega-se há - para indicar tempo passado ( equivale a faz)
Ex.: Há dois meses que ele não aparece.
b) Para indicar tempo futuro emprega-se a:
Ex: Ele voltará daqui a um ano.
10. Prefixos ante- e anti-
a) Ante = anterioridade: antebraço, anteontem
b) Anti = contra: anticlerical, anti-higiênico
segunda-feira, 13 de junho de 2011
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
Comunicação:
É o ato de transmitir com sucesso uma dada mensagem a um ou mais receptores.
Expressão: É o ato de propagar uma idéia, mensagem ou simbologia, sem ter como premissa necessária a compreensão desta mensagem por parte do eventual receptor.
Logo, o texto como meio de comunicação tem por finalidade transmitir aos seus leitores uma determinada informação — a qual poderá ser: uma notícia, uma opinião, um pensamento, um sentimento, etc.
Interpretação de texto
Significa explicar, explanar ou aclarar o sentido de um conjunto de palavras, de frases escritas; atribuindo-lhes o correto
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