quarta-feira, 9 de março de 2011

Voseo - Español

Em Espanhol, voseo é o uso do segunda pessoa singular pronome vos em vez de . Pode também ser usado no contexto de usar o conjugation do verbo de vos com como o pronome sujeito, como no exemplo de Espanhol Chilean.
Vos é usado extensivamente como o formulário preliminar do singular da segundo-pessoa dentro Espanhol de Rioplatense (Argentina e Uruguai), dentro Paraguai, Nicarágua, e Costa-Rica (no último de lado a lado com usted).
O pronome é usado também extensamente dentro Bolívia e Americano central países de Guatemala, Honduras e Salvador de EL. Embora nestes países os meios se usem mais.
Vos não é usado geralmente na escrita, exceto em Argentina e Uruguai.
Este fenômeno também está ocorrendo gradualmente dentro
América Central, onde os meios os mais prestigiosos estão começando a usar o pronome vos em vez de ; Nicarágua, onde o dialect é sabido como Espanhol americano central, é um exemplo perfeito deste. Em Salvador de EL, os comics do jornal empregam voseo, mas encontra-se mal sempre em artigos narrativos fora das citações. Cada vez mais, os billboards e outros meios anunciando estão usando-se voseo. No dialect de Argentina e de Uruguai (sabidos como Espanhol de Rioplatense) vos é também o formulário padrão para o uso em meios da televisão.
Vos está atual em outros países como um regionalism, por exemplo no espanhol de Maracucho de Estado de Zulia, Venezuela (veja Espanhol Venezuelan), dentro Chiapas, um estado em México do sul, em vários departamentos dentro Colômbia, e nas partes de Equador (Sierra para baixo a Esmeraldas). Em Peru, voseo está atual em algumas regiões Andean e Cajamarca mas as gerações mais novas cessaram de usá-lo. Está também atual no Dialect de Ladino do espanhol, falado perto Jews de Sephardic durante todo Israel, Turquia, os Balcãs, Marrocos, América Latin e Estados Unidos.

Bem vindo, bem-vindo ou benvindo?

Uma leitora me indagou qual seria a forma correta, quanto ao hífen, após o recente Acordo Ortográfico: Bem vindo, bem-vindo ou benvindo?
Nunca é demais reforçar, como introdução, que a maioria dos gramáticos estavam acordes em que o emprego do hífen era assunto que carecia de um sério e profundo trabalho de sistematização e simplificação. Longe de melhorar a situação, todavia, o que o recente Acordo Ortográfico fez, longe de atender às expectativas, foi complicar ainda mais o que já era difícil.
Mas tentemos solucionar a questão trazida pelo atento leitor, usando as ferramentas de que dispomos. Pelo Acordo Ortográfico, usa-se o hífen com a palavra bem, quando o segundo elemento da palavra composta começar por vogal ou h. Exs.: bem-apanhado, bem-aventurado, bem-estar, bem-humorado.
Não se apresse o leitor. Apesar da conclusão que pretenda extrair em sequência, vai-se logo observando como continua o Acordo: o advérbio "bem" pode ou não aglutinar-se ao segundo elemento, quando o segundo elemento da palavra composta começa por consoante: Exs.: por um lado, bem-casado, bem-comportado, bem-criado, bem-disposto, bem-dotado, bem-falante, bem-mandado, bem-nascido, bem-sucedido, bem-vestido; por outro lado, benfazejo, benfeitor, benquerença.
Só pelo teor do Acordo – o qual, sem estabelecer critérios seguros, afirma, de modo fluido e inconsistente, que o advérbio "bem" pode ou não aglutinar-se ao segundo elemento – já se vê a total impossibilidade de fixar uma regra que solucione os problemas do hífen em hipóteses como a da consulta. Num caso como esse – em que se constata a ausência total de critérios mínimos para um raciocínio de convicção e certeza – a única saída é consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, que é uma espécie de dicionário que lista as palavras reconhecidas oficialmente como pertencentes à língua portuguesa, bem como lhes fornece a grafia oficial.Também conhecido pela sigla VOLP, é organizado e publicado pela Academia Brasileira de Letras,pois bem, em sua quinta edição, de 2009, a primeira após o Acordo Ortográfico, o VOLP faz constar bem-vindo, forma essa que já era assim trazida, em 2004, pela quarta edição.
Apenas para ilustração histórica e verificação de como também pode mudar a grafia oficial dos vocábulos no idioma, anota-se que, na segunda edição do VOLP, de 1998, hoje superada, permitiam-se as duas formas, bem-vindo e benvindo.
Espero que tenha respondido sua dúvida.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Camisa nova do C.R.F - Clube de Regatas Flamengo

A Olympikus comete um erro crasso ao mencionar na nova camiseta do Flamengo que foi lançada na última terça-feira.
Claro como flamenguista é importante citar que ficou lindo os recortes e montagens das cores, mas não apenas pela beleza e sim por um grande erro de português por parte da empresa do material esportivo (Olympikus), que é nacional.  A nova camisa tem no lado direito do escudo das duas camisas uma referência que homenageia o título mundial do clube com os dizeres "Campeão do Mundo" e "Tokio 13 dezembro 1981". O grande erro está aí, é que a grafia "Tokio" não existe na língua portuguesa. O nome da cidade japonesa é "Tóquio" em português e mesmo em inglês, o correto seria "Tokyo".
Agora fica o toque que nem mesmo empresas nacionais de grande expressividade ou de menores tem o devido cuidado de ao menos procurar o "correto" da nossa língua.
E deixo a pergunta: "Realmente a educação está somente precária nos níveis mais simples da sociedade?


Imagem das referências:

terça-feira, 1 de março de 2011

Gêneros Textuais - Descrição

O que é?
É representar uma pessoa, animal, objeto, lugar, mediante
indicação de seus aspectos característicos. Deve ser feita a partir de cuidadosa observação de modo a captar traços capazes de transmitir impressões autênticas. O essencial da descrição é apresentar algum traço distintivo, individualizante, é necessário particularizar. Há simultaneidade de fatos. Trata-se de um texto figurativo sendo, portanto, destituído de ação, ou seja, estático.
• Para que serve?
Serve para detalhar, mostrar os “fatos” de maneira mais próxima.
Colocar o leitor próximo ao “objeto”.
• Quais são os tipos?
Descrição de qualquer objeto, pessoa, lugar, animal etc. Geralmente vem acompanhada com a narração.
• Como obter?
Obtém-se contando ou redigindo com detalhes o objeto em questão.
A maior parte da documentação técnica é de caráter descritivo.

Os dez erros mais comuns na redação do vestibular

Fuga do tema, uso de clichês e letra ilegível estão entre ele. Uma redação clara, concisa e que atenda aos requisitos exigidos pela banca examinadora do vestibular pode ser decisiva na disputa por uma vaga na universidade.
Sugiro que os alunos iniciem as provas do vestibular pela redação. A recomendação é para que os alunos avaliem o tema, esbocem um rascunho, e só depois façam as questões de língua portuguesa. O descanso entre o projeto e redação propriamente dita, dá um poder de crítica mais apurado, segundo eles.
"Ler o tema, fazer um rascunho, ir para as questões e depois voltar à redação é a melhor forma de acertar. Assim como um pão que precisa de um tempo para crescer e ser fermentado"
Agora para saber quais são os dez erros mais comuns dos estudantes.  Confira:
1) Fugir do tema:
Esta é uma falha constante que pode fazer com o que o aluno tire nota zero na redação, segundo os educadores. Para não correr o risco de cometê-la, a dica é ler a proposta e grifar as palavras mais importantes.

2) Errar o gênero do texto solicitado:
Este é o tipo de erro que também pode fazer com que o estudante zere na prova. Na tentativa de ser original, segundo Célia Passoni, o candidato chega a escrever uma poesia ou uma narração, quando o que se pede é uma dissertação. Prosa, de acordo com Maria José Grisaro, a professora Zezé, não significa escrever em forma de versos ou diálogos, e sim em parágrafos.
A principal característica da dissertação é a argumentação, ou seja, a defesa de uma tese. Já na narração, conta-se uma história sem ter a necessidade de apresentar explicações.

3) Usar um estilo de texto autoajuda:
“A dissertação não é um bate papo com o leitor e não pode ser interativa”, diz Zezé. Segundo ela, o candidato costuma utilizar uma estrutura linguística presente em livros ou e-mails com mensagens de autoajuda que incluem, por exemplo, a palavra “você.”

4) Apresentar argumentos frágeis, chavões e do senso comum (no caso das dissertações):
Uma boa dissertação – gênero de texto pedido na maioria dos vestibulares – exige argumentos e explicação sólidas e originais. Falsas generalizações como “lugar de mulher é na coisa”, “antes só do que mal acompanhado” ou "loiras são burras" não são considerados argumentos e só empobrecem o texto.

5) ‘Esquecer’ coesão e coerência:
As informações não podem aparecer jogadas no texto e têm de estar unidas. Também é fundamental não utilizar elementos contraditórios.

6) Errar a grafia ou concordância das palavras:
Frases desestruturadas podem comprometer a redação porque a leitura não flui. Em casos de erros crassos, há perda de pontos.

7) Usar verbos no imperativo:
Expressões de ordem ou que representam conversa com o leitor, como “faça sua parte” não devem ser usadas. Desta forma, o vestibulando foge da discussão exigida na dissertação e joga para o leitor a responsabilidade de refletir.

8) Mesclar pessoas gramaticais:
Começar o texto usando ‘nós’, mudar para a terceira pessoa, e encerrar usando ‘eu’, é outro erro comum. Isto mostra que o aluno não segue uma ideia em uma linha única.

9) Usar coloquialismo, gírias ou clichês:
Evite-os, até mesmo, entre aspas. “Usar aspas como dizer ao leitor que o aluno sabe que é uma gíria, por exemplo, mas desconhece a norma culta”, diz Zezé.

10) Escrever de forma ilegível:
Seja cursiva ou de forma, letra legível é fundamental para a limpeza e compreensão total do texto. Ao errar uma palavra, a dica é para riscá-la e continuar escrevendo depois.

Palavra do dia (01/03/11)

NEOFOBIA
O medo daquilo que foge ao habitual é compreensível, pois o ser humano, por instinto, tende a procurar segurança e conforto. O desconhecido pode vir a abalar crenças já estabelecidas e exigir mais da capacidade individual de adaptação. Porém, quando o medo de qualquer novidade aparece de maneira excessiva e descontrolada, há uma forte possibilidade de ser uma ocorrência da doença psicológica denominada neofobia.
>>Definição do iDicionário Aulete:
(ne:o.fo.bi.a)
sf.
1. Horror às novidades, às coisas e invenções modernas. [Cf. neofilia.]
[F.: ne (o)- + -fobia]

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Dúvidas ortográficas – Um olhar minucioso

Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra...
Já disse a cantora Pitty, em uma de suas criações. Sábia, por sinal, pois profunda é a ideologia presente em suas palavras em se tratando de nosso posicionamento em meio ao cotidiano, analisado sob todos os âmbitos. Mas... deixemos as questões filosóficas para um outro momento.
Voltemos, pois, para as questões relacionadas à gramática, já que, possivelmente, todos nós temos “um teto de vidro”, principalmente ao nos referirmos à ortografia, não é verdade? Obviamente que ninguém será tão audacioso a ponto de arremessar a pedra... Claro, quantas vezes fomos alvo do /s/ ou /z/, já não falando dos outros fonemas que, via de regra, também se constituem de uma semelhança sonora.

Atualmente, envoltos por tanta tecnologia, quando ao redigirem, muitos usuários recorrem às ferramentas disponíveis no próprio sistema, outros, ao dicionário, e assim por diante. Mas, indubitavelmente, ainda há que se mencionar que a familiaridade envolvendo a tríade “emissor x leitura x escrita” fornece-nos verdadeiros subsídios rumo à conquista de determinadas habilidades. Desta feita, algumas dicas se constituem como recursos plausíveis para que a grafia de alguns vocábulos se torne algo “familiar” ao nosso conhecimento, como as que analisaremos a seguir:
Analisando as terminações “-izar” e “-isar” – Quando usar “s” e quando usar “z”?
Tomemos como exemplo a palavra exorci---ar, cujo emprego não podemos dizer que seja tão corriqueiro. Por que grafá-lo com “x”, se sonoramente é retratado por “z”? Outra questão: será grafado com “-izar” ou “-isar”?

O fato é que EXORCIZAR provém do latim exorcizare -
v.t. Expulsar os demônios por meio de preces: exorcizar um possesso.
Esconjurar, conjurar, exorcismar.

Sanada a presente dúvida, partamos agora para uma análise acerca das circunstâncias relacionadas ao emprego dos sufixos supracitados. É bom que se diga que não há prefixos representados por “–isar”. Os verbos que dele se constituem já trazem em seu radical a letra “s”, como é o caso de:

“-Izar” oriunda-se do sufixo grego “-izein”, incorporando-se à língua portuguesa por intermédio do latim “-izare”, sendo atribuído aos substantivos e adjetivos terminados em - ico, - ismo, - ista. Daí que exorcizar se grafa com “izar”, pois é derivado de exorcismo, como também, “anarquismo”, “dogmático”, “socialista”. Consoante a esta regra citamos também o caso daquelas palavras que não possuem a letra “s” em seu radical, sendo, portanto, grafadas com “izar”, como por exemplo:
local- localizar
radical – radicalizar